terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O que é Empresa Junior?


Uma Empresa Júnior (EJ) caracteriza-se por ser uma associação civil sem fins lucrativos, constituída e gerida por alunos de curso universitário ou técnico. Presta serviços e desenvolve projetos para diversos setores da sociedade.

Por ser composta de alunos da graduação, o preço dos serviços oferecidos são menores que os do mercado. Além disso a participação de professores orientadores garante aos projetos alto nível de qualidade.

O papel das Empresas Juniores é possibilitar aos estudantes a oportunidade de aprimoramento técnico através de trabalhos realizados e que dêem a eles uma visão real, possibilitando-lhes a resolução de problemas práticos e o aprimoramento pessoal/humano através do engajamento numa organização que esteja preocupada com o desenvolvimento como indivíduo.

Também, enquanto empresa de consultoria, a Empresa Júnior possui o papel de auxiliar e assistir aos clientes na melhoria de seu desempenho, nos aspectos de eficiência, tecnologia e no aprimoramento das relações interpessoais.

Em função desse papel inovador, a Empresa Júnior adquire uma grande influência sobre os clientes, sobre os alunos e as demais pessoas com as quais interage, tendo portanto uma correspondente responsabilidade profissional e social.

Fonte: http://www.compjunior.com.br

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Reflexões Sobre o Ensino da Contabilidade

Bom artigo, que retrata muito bem a importância da pesquisa do profissional contabilista, onde devem está sempre atento nas mudanças da legislação.
Boa leitura!

A volta do Exame de Suficiência, instituído agora em definitivo pela lei 12.249/2010, traz consigo algumas questões merecedoras de reflexão sobre o papel do professor, das instituições de ensino e dos alunos dos cursos de Ciências Contábeis no Brasil.

É fato que o processo de ensino-aprendizagem não depende única e exclusivamente de um indivíduo para a sua consecução, mas sim da participação conjunta de vários indivíduos que contribuirão cada qual com a sua parte para a formação de profissionais capazes de se sobressair no mercado de trabalho.

O bom profissional do campo contábil, como já está sendo sacramentado nos dias de hoje, é aquele pesquisador inato, que busca acompanhar as mudanças trazidas principalmente pela legislação tributária de nosso país, constantemente atualizando-se e reciclando seus conhecimentos.

E é justamente esse o ponto a ser debatido à luz do Exame de Suficiência. Já na faculdade, os discentes dos cursos de Ciências Contábeis devem mostrar uma dedicação natural aos estudos, à pesquisa e a busca de soluções, fixando, desde já, uma postura assertiva que mais tarde certamente vai refletir o profissional que estará atuando no mercado de trabalho.

Como salienta Marion (2008, p. 21) “seja um pesquisador por excelência. Não aceite apenas receber tudo ‘mastigado’ do professor. Lá na empresa não haverá mais professor e você terá que buscar, descobrir conhecimento. Faça da sua escola um laboratório.”

Muitas críticas que tem sido feitas às instituições de ensino após a divulgação dos resultados das primeiras provas do Exame de Suficiência aplicadas durante o ano de 2011, trazem à tona uma discussão que vai muito além dos índices de aprovação. As mudanças que são necessárias, como supracitado, devem alcançar todos os envolvidos. Claro está que professores e instituições de ensino têm uma responsabilidade importante na busca pelo desenvolvimento dessa capacidade crítica nos alunos, pois são eles que vão proporcionar a motivação necessária para que seja despertado o espírito desbravador que vai levar o aluno à busca de novos conhecimentos. Esta motivação é que cria os “apaixonados” pela profissão, sendo estes, invariavelmente, os melhores profissionais da área.

Novamente citando Marion (2012), concluímos que a formação dos melhores profissionais passa pela ênfase no “Know Why” em detrimento do “Know How”. É por isso que é importante a preparação didático-pedagógica dos professos de Ciências Contábeis que, sem dúvida, devem ser profissionais com boa experiência prática na área de atuação, mas que, muito além disso, devem possuir uma didática apurada com a finalidade de transmitir conhecimentos mas, sobretudo, incentivar os alunos na busca do novo. “Tanto é que se torna muito freqüente alunos de cursos universitários, ao fazerem a apreciação de seus professores, ressaltarem sua competência técnica e criticarem sua didática” (GIL, 2005, p. 16).
O que vemos muitas vezes são professores que agem muito mais como ‘treinadores’, focando o ensino na repetição de exercícios, fazendo com que o aluno enfrente os problemas buscando soluções mecânicas, já apreendidas e absorvidas certamente, mas que vão deixá-lo sem condições de inovar, de enfrentar problemas diferentes que o obrigarão a buscar alternativas igualmente diferentes daquelas que lhe foram transmitidas.

Ainda que se pese a validade desses métodos, pois o ensino da contabilidade requer o exercício constante de certas técnicas, como o método das partidas dobradas, e mesmo observando os cursos de Ciências Contábeis diante dessa nova perspectiva que é a obtenção do registro que somente será alcançada após a aprovação na prova do Exame de Suficiência, pensamos que o ‘contador-robô’ já não tem mais vez no mercado de trabalho.

Seguir normas e procedimentos, atender às exigências da legislação fiscal, tributária e trabalhista, e até o ato de dominar a técnica dos débitos e créditos, são sim indubitavelmente importantes, mas só tem serventia quando tem o objetivo de direcionar a empresa na sua gestão. Se o contador é somente um executor das tarefas para as quais é programado, ele não serve a esse propósito.
É nesse sentido que a pesquisa torna-se importante, pois se ainda durante o curso o aluno for impelido a buscar as respostas para os problemas que surgem, a ser criativo e não apenas um ‘robô’, durante sua carreira estará mais capacitado para o mercado de trabalho, pois lá fora os desafios que se colocam são sempre mais difíceis de serem ultrapassados, haja vista que não contamos com o apoio de um professor ou um colega de sala que ofereça ajuda.
Veja por exemplo o caso da nossa legislação, que sofre constantes mudanças, de modo que o que se aprende na faculdade hoje pode estar em pouco tempo alterado ou até mesmo totalmente revogado. O aluno que não é incentivado à pesquisa durante à faculdade, certamente encontrará grandes dificuldades para se tornar um bom profissional. Aqueles que se destacam são justamente os que têm discernimento, preparo e, principalmente, iniciativa para encontrar as soluções e colocá-las em prática.
Referências
GIL, Antonio Carlos. Metodologia do Ensino Superior. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2008.
______; MARION, Márcia Maria Costa. A Importância da Pesquisa no Ensino da Contabilidade
Fonte:http://www.contabeis.com.br

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Contabilidade: A alma do negócio.


Não manter a contabilidade de uma empresa organizada pode fazer com que ela, seus sócios e administradores sejam punidos por lei. Os motivos que levam a isso podem ser muitos: falta de tempo para apurar e controlar tributos, problemas com contratação e demissão de funcionários, negócios não previstos no contrato social, não seriedade em relação às documentações exigidas em cada atividade, falta de pagamento de impostos e muitos outros fatores.
E, para que problemas como estes sejam amenizados e até mesmo evitados, recomenda-se que as empresas terceirizem serviços contábeis. Considerada como a “alma do negócio”, a contabilidade é cada dia mais importante no dia-a-dia das empresas. “Levando em conta que as empresas que prestam serviços contábeis tendem a estar mais atualizadas e familiarizadas com as mudanças da legislação e obrigações que são implementadas pelos órgãos reguladores, os serviços por elas prestados tende a proporcionar maior segurança às empresas”, afirma o contador Gilmar Rissardi, da Bilanz Gestão Contábil
De acordo com estudos realizados pelo Sebrae – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – o serviço contábil é o mais procurado entre os empreendedores brasileiros. Para o contador Gilmar Rissardi, que está à frente da empresa curitibana Bilanz Gestão Contábil, a eficiência da Receita Federal implica em que as empresas procurem contratar profissionais especializados para cuidar de sua contabilidade.
“Com a correria do dia-a-dia é difícil que os empresários dediquem tempo suficiente para acompanhar de perto toda a estruturação contábil de uma empresa. Para isso, existem os serviços dos contadores, que participam e organizam, sempre com o acompanhamento dos empresários, de todas as etapas da empresa, desde a sua constituição, planejamento tributário, implantação de softwares corporativos, controles internos e muitos outros serviços necessários para uma boa operacionalização da empresa”, comenta Gilmar Rissardi.

No Brasil já houveram casos de empresas que não se preocuparam efetivamente com a organização de sua contabilidade e, por motivos diversos, acabaram com problemas junto aos órgãos reguladores. A advogada Inaiá Queiroz Botelho, da JB Advocacia Empresarial, alerta para algumas dificuldades que podem acontecer caso as empresas tenham problemas com os dados contábeis. “Os riscos da atividade empresarial são potencializados pela falta de organização contábil. É comum ver empresários sérios e responsáveis que acabam sendo autuados e multados pelo Fisco, e algumas vezes até indiciados por crimes fiscais, em decorrência de erros e orientações incorretas passadas por profissionais contábeis irresponsáveis e desatualizados.” Por isso, ressalta a advogada: “todo cuidado é pouco antes de contratar um profissional contador”, devendo o empresário cercar-se de bons profissionais a fim de evitar futuros aborrecimentos, “mesmo que isso custe um pouco mais caro” finaliza.

Desde que feita de forma responsável e correta, a contabilidade reflete a realidade de uma empresa e desobriga os empresários e contadores de responderem com bens pessoais em processos diversos. Os serviços de contabilidade devem ser vistos pelas empresas como ferramenta de gestão para conquistar bons resultados e ser bem sucedido no negócio.
Fonte: http://www.sitecontabil.com.br/noticias/63.html

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Marketing na Contabilidade


A contabilidade não é feita somente de números, cálculos e burocracias, o marketing também deve estar inserido nessa categoria. Seguem algumas estratégias de marketing para serem utilizadas nesse ramo:

● Os profissionais são as principais ferramentas de marketing do escritório. É importante que eles tenham papéis bem definidos e trabalhem de forma integrada;

● Somente através do profundo conhecimento do cliente será possível desenvolver um relacionamento proveitoso. Antes de iniciar um negócio, deve-se perguntar se o relacionamento com o cliente irá valer a pena.

● Para manter um padrão de qualidade e garantir um relacionamento de médio e longo prazo é necessário conhecer o perfil de cada cliente e identificar aqueles que serão proveitosos para a geração de oportunidades futuras.

● Devemos parar de vender o que nós temos e começar a vender o que os clientes querem. Ou pelo menos fazer com que os dois lados consigam se equilibrar na balança do mercado e avançar em direção a dias melhores.

Dicas elaboradas por Marcos Apostolo, diretor da Rede Nacional de Contabilidade e especialista na área contábil.
Fonte: http://www.rede-rnc.com.br

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Participação nos Lucros

Participação dos Trabalhadores nos Lucros – Efeitos Fiscais

De acordo com a Lei 10.101/2000, a participação nos lucros ou resultados será objeto de negociação entre a empresa e seus empregados, mediante um dos procedimentos a seguir descritos, escolhidos pelas partes de comum acordo:
1 – comissão escolhida pelas partes, integrada, também, por um representante indicado pelo sindicato da respectiva categoria;
2 – convenção ou acordo coletivo.
É vedado o pagamento de qualquer antecipação ou distribuição de valores a título de participação nos lucros ou resultados da empresa em periodicidade inferior a um semestre civil, ou mais de duas vezes no mesmo ano civil.
As participações respectivas serão tributadas na fonte, em separado dos demais rendimentos recebidos no mês, como antecipação do imposto de renda devido na declaração de rendimentos da pessoa física, competindo à pessoa jurídica a responsabilidade pela retenção e pelo recolhimento do imposto.
A participação dos trabalhadores nos lucros, quando distribuída de acordo com a Lei 10.101/2000, não se sujeita à incidência de INSS e FGTS ou qualquer outra verba trabalhista.
A pessoa jurídica tributada pelo Lucro Real poderá deduzir, como despesa operacional, as participações atribuídas aos empregados nos lucros ou resultados, dentro do próprio exercício de sua constituição.
Assim, não há necessidade que a participação esteja “paga” para que seja dedutível, podendo ser contabilizada nos balancetes ou balanço, segundo o regime de competência.
Como no Imposto de Renda, admite-se a dedução, como despesa operacional, para fins de CSLL sobre o Lucro Real, da participação dos trabalhadores, dentro do próprio exercício.
Fonte:http://www.portaldecontabilidade.com.br

Normas Internacionais de Contabilidade - IFRS

Devemos estar preparados para os desafios com a convergência da contabilidade pra as IFRS.
 
Por: Ilka Wanessa da Silva Bezerra
“A convergência dos conhecimentos e informações empresariais e contábeis está acontecendo numa velocidade assustadora; são decretos, Leis, Normas Regulamentadoras, entre outras legislações que rodeiam o universo do profissional contábil. A tecnologia que nos cerca atualiza-se muito rapidamente o que exige do profissional contábil preparo para lidar com todos estes dados e transformá-los em informações e envio aos clientes.
 
É o que vemos na dupla SPED e NF-e. Alguns contadores ainda não alcançaram a visão do que está acontecendo hoje, as organizações empresariais para serem auditadas não necessitam mais de um fiscal solicitando livros e documentos dentro da empresa, pois todos estes dados eles podem colher diretamente do sistema de informações via Receita Federal, Secretarias da Fazenda Estaduais, Prefeituras e INSS. Devemos atentar a necessidade de atualização e estudo constante, o contador preferencialmente deve manter poucas empresas, para que ele possa estar preparado e atento a todas as novidades de cada ramo de atividade, para com isso poder fornecer o suporte necessário de todos seus clientes.
 
Atualmente o que envolve o pensamento dos contabilistas são as IFRS– International Financial Reporting Standard (Normas Internacionais de Contabilidade), estas normas trazem a convergência de informações dando um sentido único aos relatórios contábeis mundialmente falando; os relatórios e demonstrativos que são elaborados por um contador no Brasil, podem ser analisados por um profissional contábil de um país da Europa sem nenhuma dificuldade ou distorção – vale citar a necessidade de tradução para a língua do destinatário – pois as técnicas utilizadas são as mesmas.
 
Ainda dentro deste assunto vale ressaltar que grandes empresas já estão obrigadas a utilizar as IFRS, porém não apenas estas; temos também um regulamento para as PME’s – Pequenas e Médias Empresas. Isso significa a abertura de um grande leque de oportunidades para os profissionais contábeis, claro, preparados e com conhecimentos específicos para este novo mundo de informações.
 
A atualização constante é item obrigatório em nosso currículo. Devemos buscar graduação, especializações e cursos de aperfeiçoamento que venha a compor nosso conhecimento com o intuito de agregar valor a nossa carreira.”
(Fonte: http://www.blogcontabil.com.br
fonte:http://spedcontabilidadebrasil.blogspot.com

Conceito de Perícia Contábil


Atualmente muito se tem discutido a respeito de achar o correto conceito de perícia contábil, a melhor aceita pelos estudiosos é “Perícia Contábil é o meio de prova capaz de transmitir ou trazer atestados de materialidade que requerem conhecimento científico e habilidade técnica no campo da ciência contábil.” Esta é uma das melhores definições de perícia contábil e podemos observar que ela leva em conta até mesmo o seu objetivo.
Fonte: periciacontabilfacam.blogspot.com